Síndrome de Asperger: como a terapia é aplicada?

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Síndrome de Asperger: como a terapia é aplicada?

A Síndrome de Asperger é uma condição que faz parte do Transtorno do Espectro Autista (TEA). O distúrbio afeta o desenvolvimento do paciente e sua capacidade de se comunicar ou de expressar suas emoções, podendo ser caracterizado pela dificuldade de interação social, limitação de interesses, aumento da sensibilidade sensorial e repetição de padrões de comportamentos.

Considerada um tipo de autismo leve, brando ou de nível 1, a síndrome é frequentemente diagnosticada durante a infância e traz sintomas muito característicos, que vão além dos mencionados acima.

Pacientes com a condição tendem, por exemplo, a ter interesses específicos e restritos, se tornando especialistas em determinados assuntos. Da mesma forma, se destacam por terem um vocabulário acima do esperado para a idade e uso de uma linguagem muito formal, o que torna o comportamento social desafiador. Outros sinais são:

  • Inteligência normal acima da média;
  • Desenvolvimento de habilidades e talentos muito específicos;
  • Preferência por padrões ou interesse em assuntos muito específicos;
  • Irritabilidade com falta ou alteração de rotina;
  • Impaciência e dificuldade de controlar emoções e sentimentos;
  • Dificuldade de se relacionar com outras pessoas e de entender regras, ironias e outros códigos sociais;
  • Facilidade em decorar textos ou saber todas as notas de uma música sem nunca ter lido a partitura;
  • Hipersensibilidade sensorial e outros.

Acontece que os sinais podem se manifestar de diferentes maneiras e variar bastante nos pacientes, tornando o diagnóstico um pouco mais complexo. Daí a importância de contar com profissionais especializados em todo o processo.

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Como lidar com a Síndrome de Asperger?

A síndrome de Asperger não tem uma origem aparente ou conhecida: ela pode ser hereditária ou causada por fatores ambientais. Embora a família e a escola desempenhem um papel crucial no entendimento e controle, o apoio terapêutico é essencial para o suporte adequado.

Não à toa, atualmente a condição é tratada com terapias que ajudam a melhorar a qualidade de vida do paciente, de modo que ele possa ter uma vida normal – e com muito mais autonomia.

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Importância da TCC no tratamento da Síndrome de Asperger

O uso de Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), em particular, tem se mostrado eficaz no tratamento de pacientes com a condição. A abordagem busca entender a forma como o indivíduo interpreta situações que causam dor, desconforto ou tristeza e como elas afetam seu dia a dia.

Com técnicas que buscam trabalhar essas percepções de forma positiva, a TCC se torna uma grande aliada no tratamento, porque confere maior autonomia, uma vez que ajuda o paciente com Síndrome de Asperger a lidar com a ansiedade, desenvolver habilidades práticas do dia a dia e resolver problemas.

Além disso, a abordagem suporta a compreensão e reconhecimento de emoções e expressões faciais, melhorando, também, o seu repertório comportamental e social.

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Criado em 2017, pela psicóloga Fernanda Correa Brito Araujo (CRP 06/102387), o consultório de psicologia está localizado próximo ao metrô Santa Cruz, zona sul de São Paulo, e conta com equipe de psicólogas experientes e com diferentes especializações, todas credenciadas no Conselho Regional de Psicologia.

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Fernanda Correa Brito Araujo
Fernanda Correa Brito Araujo

Idealizadora e supervisora clínica da Desenvolviver, a psicóloga Fernanda Correa Brito Araujo (CRP 06/102387) tem especialização em Psicanálise Clínica, Neuropsicologia e Psicologia do Trânsito, forte experiência em Perícia Forense, Psicologia Escolar e Recursos Humanos, com passagem por multinacionais como Roche, Allergan e General Eletric do Brasil.

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