É hora de ressignificar a vulnerabilidade

24/03/2022 | Autoconhecimento

A vulnerabilidade é uma palavra rodeada por sinônimos negativos, como fraqueza, fragilidade, suscetibilidade, entre outros tantos exemplos. Porém, à medida que o tempo passa, a ressignificação deste termo se faz necessária.

Atualmente, ser vulnerável não pode e nem deve ser sinônimo de fraqueza, mas de coragem, especialmente quando uma pessoa recorre a ela para assumir que não sabe ou não consegue fazer algo sozinha e precisa de ajuda.

Em muitos exemplos, as pessoas ditas como vulneráveis são as mais fortes, afinal elas passam por situações extremas que, comumente, ninguém sequer está disposto a cogitar estar numa situação parecida.

Na prática, a vulnerabilidade não é apenas fraqueza e os outros tantos sinônimos associados à fragilidade. Muito pelo contrário, também significa coragem, força e perseverança!

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Vulnerabilidade como sinônimo de autoconhecimento e transformação

A autoconfiança é essencial para alcançar mais qualidade de vida e isso só pode ser possível ao aceitar as próprias vulnerabilidades, como dúvidas, erros, inseguranças e desencontros que fazem parte da essência de qualquer pessoa.

A vulnerabilidade e todo o processo de aceitação das limitações intrínsecas estão associados à coragem. Na prática, você diz ao mundo que conhece os seus pontos fracos e está tudo bem ter pontos fracos.

Justamente essa falta de medo de aceitar e ressignificar as vulnerabilidades é o que torna a autoconfiança possível.

Para entender melhor, vale a pena considerar o esforço necessário para dizer ao mundo que você é um ser imperfeito, que enfrenta problemas e, ainda assim, está bem consigo mesmo.

Em uma situação contrária, dizer ao mundo que você não tem problemas e é “perfeito” não tem o mesmo peso do que encarar e aceitar as próprias dores.

Outro ponto que também precisa ser destacado é a vulnerabilidade como um caminho para a autoaceitação, que permite ganhar mais qualidade de vida. Uma vez que você aceita e assume suas próprias fraquezas, você naturalmente fica mais propenso para descobrir novas experiências com grandes chances de gerar sensações mais positivas.

Em muitas situações você deixa de experimentar e viver experiências únicas, devido às falta de entendimento do real conceito de vulnerabilidade. Por exemplo, é possível que você tenha deixado de viajar para fora do país por falta do inglês. Em casos mais cotidianos, você pode desconsiderar uma ida à praia pelo medo dos olhares alheios.

Indo além desses exemplos, sem dúvida alguma, a demonstração de afeto é um caso comum. Traumas e desencontros amorosos são comuns e naturais, porém eles tornam as pessoas mais vulneráveis.

Com isso, muitas pessoas também deixam de ser afetuosas por medo de exporem a própria vulnerabilidade. Isso faz com que muitas experiências positivas nunca aconteçam.

Há muitos outros exemplos e, em comum, todos dificultam o processo de vivência, isto é, um conjunto de experiência que torna a vida melhor, com sentimentos bons e momentos marcantes.

Ao aceitar as próprias vulnerabilidades e ter autoconfiança no dia a dia, você dá uma chance aos bons momentos que tornam a vida melhor, seja com novos amores ou pequenas alegrias da vida.

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Se você está em busca de aceitar a própria vulnerabilidade e, com isso, ter mais autoconfiança, venha conhecer a clínica de psicologia Desenvolviver.

Criado em 2017, pela psicóloga Fernanda Correa Brito (CRP 06/102387), o consultório de psicologia está localizado próximo ao metrô Santa Cruz, zona sul de São Paulo, e conta com equipe de psicólogas experientes e com diferentes especializações, todas credenciadas no Conselho Regional de Psicologia.

Além do atendimento presencial, a Desenvolviver oferece psicoterapia online. Para agendar a sua consulta, ligue (11) 3539-2939 ou mande um e-mail para recepcao@desenvolviver.com.

Fernanda Brito

Fernanda Brito

Idealizadora e supervisora clínica da Desenvolviver, com especialização em Psicanálise Clínica e forte experiência em psicologia escolar e RH. Também promove palestras em empresas e eventos pelo Brasil, falando sobre temas como ansiedade, depressão, conflitos familiares, estresse pós-traumático, bullying, entre outros.

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