Nunca tive um namorado. Como trabalhar esse tema na terapia?

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Nunca tive um namorado. Como trabalhar esse tema na terapia?

O Dia dos Namorados está chegando e você certamente ouvirá alguém comentar coisas do tipo: “nunca tive um namorado” ou “nunca encontrei meu par ideal”. Embora as frases tenham um tom de brincadeira, existe, realmente, uma parcela da população que nunca namorou – e possivelmente esse número não é tão pequeno como imaginamos.

E os motivos para isso são muitos: há quem nunca se relacionou por trauma ou porque não encontrou, realmente, a pessoa certa; outras pessoas, ainda, não querem se envolver amorosamente e têm outras prioridades.

O problema é que quanto mais o tempo passa, maiores são as cobranças. Assim como os recém-casados são cobrados para terem filhos, aos solteiros a exigência é por um par romântico. Quem nunca ouviu um comentário sobre “os namoradinhos” na ceia de Natal ou nos almoços de família, que atire a primeira pedra.

Seja por escolha própria, prioridades ou falta de oportunidade, há quem lide bem com a solteirice. Mas existe também quem precise de apoio para aceitar a situação. Se você é do time “nunca tive um namorado”, continue a leitura.

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Nunca tive um namorado: como lidar?

Não dá para negar que o dia 12 de junho é sinônimo de amor. As intensas manifestações de afeto, homenagens e declarações, no entanto, podem ser desafiadoras para algumas pessoas e levantar um sinal de alerta – especialmente para quem ainda não experimentou uma relação um pouco mais séria.

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Antes de mais nada, é importante entender que está tudo bem e que você não está sozinha. Muitas pessoas passam pela mesma situação, inclusive.

E, embora entoar a frase “nunca tive um namorado” possa parecer assustador, este não é um problema sem solução. Pelo contrário: com o apoio profissional é possível encontrar um caminho para lidar com a solitude e a ansiedade que geralmente ronda o assunto.

Afinal, como acontece em qualquer eixo da vida, os sentimentos e as preocupações que norteiam um relacionamento amoroso devem ser administrados corretamente. Isso significa desmistificar o namoro e entender a situação como um todo, dando um tempo para aceitar e lidar com os sentimentos de forma mais coerente.

É importante, por exemplo, fugir do conceito de que alguém só é feliz quando existe outra pessoa na equação. Da mesma forma, é preciso aceitar e gostar da sua própria companhia ou explorar as dúvidas juntamente com profissionais especializados.

Entender como você chegou até aqui faz parte do processo. Na Clínica Desenvolviver você receberá toda a assistência de psicólogas certificadas.

Criado em 2017, pela psicóloga Fernanda Correa Brito Araujo (CRP 06/102387), o consultório de psicologia está localizado próximo ao metrô Santa Cruz, zona sul de São Paulo, e conta com equipe de psicólogas experientes e com diferentes especializações, todas credenciadas no Conselho Regional de Psicologia.

Além do atendimento presencial, a Desenvolviver oferece psicoterapia online. Para agendar a sua consulta, ligue (11) 3539-2939 ou mande um e-mail para recepcao@desenvolviver.com.

Fernanda Correa Brito Araujo
Fernanda Correa Brito Araujo

Idealizadora e supervisora clínica da Desenvolviver, a psicóloga Fernanda Correa Brito Araujo (CRP 06/102387) tem especialização em Psicanálise Clínica, Neuropsicologia e Psicologia do Trânsito, forte experiência em Perícia Forense, Psicologia Escolar e Recursos Humanos, com passagem por multinacionais como Roche, Allergan e General Eletric do Brasil.

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